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Archive for the ‘Agenda’ Category

O governo Haddad apresentou, no fim de março, um conjunto de cem metas que a sua gestão se compromete a atingir nos próximos 4 anos à frente da Prefeitura de São Paulo. Para debater as metas e ouvir propostas da população para o documento, serão realizadas, a partir do dia 13 de abril, audiências públicas em todas as subprefeituras (conheça o calendário de audiências).

O Plano de Metas está previsto na Lei Orgânica do Município de São Paulo desde 2008 e obriga a equipe de cada governo eleito a apresentar suas metas em até 90 dias após a posse, incorporando nele as propostas da campanha eleitoral. Trata-se de um instrumento para que a população possa discutir o que é prioritário para a cidade acompanhar a gestão, monitorando o andamento do governo. Ao final dos 4 anos, poderemos saber se essa gestão conseguiu atingir aquilo a que se propôs.

Será que os/as quase 3 milhões de jovens da cidade estão satisfeitos com as propostas deste Plano? Será que suas demandas e especificidades foram consideradas?

No atual governo, o tema juventude é puxado pela Coordenadoria de Juventude, que está alocada na recém-criada Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania. No entanto, as políticas dirigidas a jovens precisam ser discutida e implantadas com envolvimento de várias secretarias.

O GT Juventude da Rede Nossa São Paulo destacou aqui 41 das 100 metas que se relacionam mais com os interesses e demandas da juventude, e realizou uma breve análise para ajudar jovens e interessados no tema juventude a fazer sua avaliação e a participar das audiências. Muitas das metas afetam a juventude, mas poucas mencionam jovens como um grupo social específico a ser considerado.

Juventude e políticas segurança públicas

O Programa Juventude Viva vem sendo divulgado pelo governo municipal como a principal ação dirigida a jovens, no entanto não aparece entre as metas. Ele vem de uma iniciativa do governo federal e se propõe a prevenir a mortalidade de jovens negros, especialmente de renda mais baixa e em territórios mais violentos. Em contrapartida, consta na meta nº35 a realização da Operação Delegada, um acordo entre Governo do Estado e Prefeitura para ampliar o efetivo da Polícia Militar no “patrulhamento noturno em áreas de altos índices de violência”.

Setores importantes da juventude vem há tempos denunciando a violência policial contra a juventude negra – demanda que inclusive deu origem ao Programa Juventude Viva. Em 2012 a polícia foi responsável por quase 20% dos homicídios de São Paulo e tem sido apontada como responsável por executar jovens nas periferias. Há indícios claros da existência de grupos de extermínio operando entre as forças policiais, sem a devida investigação e punição pelo poder público.

O GT Juventude entende que essa meta entra em evidente conflito com o desejo da juventude e explicita um entendimento equivocado de segurança pública no âmbito do município, ao investir na repressão ao invés de promover ações preventivas e de afirmação dos direitos sociais das populações jovens mais afetadas.

Não podemos deixar de apontar, contudo, um conjunto importante metas que constam do documento, que fazem parte de demandas expressas por diferentes grupos e organizações ligadas a juventude e devem beneficiar de forma importante os/as jovens – algumas dessas ações foram destacadas na tabela abaixo.

tabela_nossasp

Participe!

Acreditamos que o Plano de Metas é um instrumento importante de controle social e participação para jovens e certamente pode contribuir para o desenvolvimento de boas políticas públicas de juventude. Por isso fica o convite à participação nas audiências a todas e todos jovens do município. Apareça e faça a diferença!

Confira aqui as 41 metas analisadas, sua relevância e qual é a secretaria responsável.

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audiencia.publicaA Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) receberá, na terça-feira (19/3), uma audiência pública para debater questões relacionadas às políticas de segurança no estado de São Paulo e ações de combate ao genocídio da juventude negra. A atividade será realizada a partir das 17h.

Fruto de diversas mobilizações do Comitê Contra o Genocídio da Juventude Negra, como a ocupação da Secretaria de Justiça, a audiência terá participação do Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella, de representantes da Secretaria Estadual de Justiça e de representantes dos comandos, corregedorias e ouvidorias das polícias Civil e Militar do estado.

De acordo com membros do Comitê Contra o Genocídio da Juventude Negra, o objetivo central da atividade é cobrar o poder público e exigir dele uma resposta para impedir a continuidade de crimes cometidos pelos próprios agentes do Estado, por meio de suas polícias, sob a alegação de combate ao crime organizado.

Violência Policial

Em 2012, quando o Comitê voltou a ter grande mobilização, a partir da onda de violência que atingiu a região da Grande São Paulo e Baixada Santista, mais de 500 civis foram mortos, segundo os dados oficiais da Secretaria de Segurança Pública.

A relação de civis mortos para cada policial, neste caso, ficou em 39,3. Para efeito de comparação, referências internacionais mais aceitas indicam que acima de dez civis por policial fica claro o uso excessivo de força. Outra evidência da violência e letalidade policial é que, a cada dois mortos, um civil ficou ferido – em geral se supõe que em caso de confronto a proporção seja inversa numa situação de normalidade.

Segundo matéria publicada na revista Caros Amigos, com base em denúncias policiais, “Em cada batalhão a PM tem um grupo de extermínio”. Lideranças comunitárias e moradores de vários bairros de São Paulo apontam que matadores encapuzados seriam policiais, possivelmente membros destes grupos. Muitas vítimas vêm sendo constrangidas e até executadas – como aconteceu no Jardim Rosana, Zona Sul de São Paulo, no início de 2013 -, e as próprias autoridades reconhecem que não há hoje canais de denúncia seguros.

Carta Aberta

Ato no 13 de Maio

Ato no 13 de Maio

Jofelicio Júnior (conhecido como Juninho), do Círculo Palmarino – organização que participa do Comitê – afirma que ações como esta foram vistas repetidas vezes nos últimos anos, o que levou o Comitê a se mobilizar novamente em torno do tema. Ainda no ano passado, foi lançada uma Carta Pública, assinada por mais de 100 entidades, com uma série de reivindicações para reverter o número de mortes de jovens negros e periféricos.

Entre as ações, destacam-se a iniciativa de uma lei federal que acabe com os chamados “autos de resistência”, a criação de procedimento específicos em hospitais que recebam pessoas supostamente feridas em confrontos, a indenização e apoio a famílias de vítimas da violência policial, a apuração e combate a grupos de extermínio, a elucidação das chacinas ocorridas até hoje e a punição dos envolvidos, a criação de uma comissão mista para desenvolver propostas de redução da letalidade policial, o acesso à informação e a dados sobre crime e ações policiais e outros procedimentos de proteção aos denunciantes da violência policial (leia aqui a íntegra da carta).

Juninho ressalta que estas ações são essenciais para reverter uma política de segurança que o Comitê acredita ser desastrosa. “Acreditamos que as políticas de combate à violência não podem ser feitas com a geração de mais violência. Não somos a favor do crime organizado, o que não queremos é que esse combate seja feito pela repressão de toda uma comunidade e morte de inocentes. Ao ser negro ou morador da periferia, automaticamente você é considerado criminoso. Por isso também é necessário combater o crime dentro do próprio Estado”, afirma.

Ele afirma também que uma política eficiente de superação da violência passa, antes de mais nada, pelo desenvolvimento das comunidades. “É preciso cultura, educação, lazer, emprego e não essa política de saturação das comunidades.”

O Comitê

O Comitê Contra o Genocídio da Juventude Negra é uma frente que reúne um conjunto amplo de organizações e pessoas preocupadas com o assassinato, a perseguição e o racismo dirigido aos jovens negros moradores das periferias nos centros urbanos do estado de São Paulo.

O grupo reúne hoje representações do movimento negro (como Uneafro, Círculo Palmarino e Movimento Negro Unificado), de direitos humanos (como o Grupo Tortura Nunca Mais e a Pastoral Carcerária), de juventude (como o Levante Popular da Juventude) e outras entidades importantes como as Mães de Maio, Santos Mártires e o Forum Hip Hop Municipal, além do GT Juventude da Rede Nossa São Paulo.

“Trata-se de uma frente de lutas que agrega diversos movimento e lideranças e setores que reivindicam essa pauta. O comitê tem feito um grande esforço de juntar diversas iniciativas que vêm sendo feitas no campo dos direitos humanos, do combate ao racismo e do enfrentamento à violência contra a juventude. Diversas organizações sociais, partidos políticos e parlamentares vêm lutando por essa pauta”, afirma Juninho.

Conforme o militante, o Comitê surgiu ainda em 2009, com uma articulação de entidades do movimento negro para a construção de um dia 13 de maio de lutas. “No primeiro ano nossa ação foi contra a falsa abolição e reivindicando que a estação Anhangabaú virasse Anhangabaú-Palmares, por causa do mercado de escravizados que havia lá”, explica.

Em 2010, as mesmas entidades mobilizadas passaram a destacar no 13 de maio a luta pelo fim da violência contra a juventude negra. Foi então que o Comitê ganhou o nome atual. “Fazia quatro anos dos crimes de maio e não havia nenhuma resposta do poder público ao acontecido, além de alguns novos casos de violência e assassinatos.”

Outras ações

Manifestantes se dirigem à Assembleia Legislativa no ato 10D

Manifestantes se dirigem à Assembleia Legislativa no ato 10D

Além disso, desde a sua criação, o Comitê vem percorrendo as instâncias legais, participando de audiências públicas e protocolando documentos que pedem providências das autoridades para brecar o assassinato e encarceramento em massa de jovens negros. No dia 22 de novembro os representantes do Comitê ocuparam a Secretaria de Justiça para pedir uma audiência, que será realizada no dia 19 de março (leia mais aqui).

No dia 1º de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos, foi organizado o “ATO 10 D – dez direitos que não existem em SP”, que reuniu cerca de mil pessoas numa passeata que começou no vão do MASP e seguiu até a Assembleia Legislativa para a entrega do Prêmio Santos Dias de Direitos Humanos. Em janeiro, um novo ato marcou o aniversário de São Paulo, em frente da Praça da Sé.

Para Juninho, a pressão da sociedade parece estar surtindo efeito, com a troca dos comandos nas duas polícias e do próprio Secretário de Segurança Pública, além de portarias como a que retirou o termo “resistência seguida de morte” dos boletins de ocorrência.

Para participar

As reuniões do Comitê Contra o Genocídio da Juventude Negra são abertas e realizadas geralmente às terças-feiras, a partir das 19h, no Sindicato dos Advogados do Estado de São Paulo, na Rua da Abolição, 167, na Bela Vista. Elas são divulgadas por e-mail e por uma página na rede social Facebook.

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extraído de: www.camara.sp.gov.br

A Câmara Municipal de São Paulo realizará nos próximos dias 13 e 14 uma apresentação pública do Projeto de Lei (PL) 424/2012, que dispõe sobre a Proposta Orçamentária de 2013 para a capital paulista. A matéria, elaborada anualmente pelo Executivo, estima a receita e fixa as despesas do município para o próximo ano.

A apresentação será feita pela Consultoria Técnica de Economia e Orçamento da Casa (CTEO). “No dia 13 vamos detalhar o que será feito por cada secretaria. Já no dia seguinte, falaremos sobre os recursos de cada subprefeitura”, explicou Gilberto Hashimoto, coordenador da área.

A CTEO também apresentará um histórico das peças orçamentárias dos anos anteriores. “Vamos traçar um panorama de como os recursos eram divididos e como estão hoje”, adiantou Hashimoto.

Para o próximo ano, a Prefeitura propõe um Orçamento da ordem de R$ 42.041.788.033 (quarenta e dois bilhões, quarenta e um milhões, setecentos e oitenta e oito mil e trinta e três reais) — valor 8,5% superior ao autorizado para 2012 (R$ 38.734.598.114).

O Projeto de Lei 424/2012 deve passar por duas audiências públicas antes de ser encaminhado ao Plenário para a primeira votação, no dia 28 de novembro.

Confira abaixo as datas das audiências públicas, votações e apresentação de emendas à peça orçamentária.

CALENDÁRIO*

26/11- 1ª audiência pública

27/11 – Reunião extraordinária da Comissão de Finanças e Orçamento

28/11 – 1ª votação em Plenário

29/11 a 04/12 – Apresentação de Emendas

10/12 – 2ª audiência pública

18/12 – 2ª votação em Plenário

*As datas estão sujeitas a alterações.

 

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Para quem tem interesse em acompanhar as políticas públicas de juventude em São Paulo e o trabalho do Conselho, a próxima reunião será no dia 8 de outubro, quinta feira.

Pauta: Realização do curso de formação do Conselho, Lei do Vai, Plano de Metas e informes gerais.

Horário: Das 17:30 às 20:00 mins. 

Local: Câmara dos Vereadores. Viaduto Jacareí.

Sala: (B).

Atenciosamente,

Osvaldo Lemos,
Presidente
Conselho Municipal da Juventude.
Orlemos@prefeitura.sp.gov.br

Renata da Silva Anacleto,
Secretária Executiva
Conselho Municipal da Juventude.
ranacleto@prefeitura.sp.gov.br

A Coordenadoria Municipal de Juventude fica na Rua: Líbero Badaró, 119 – 7º andar – Centro.

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(extraído do site do RENAJOC)

DIA “C” acontece em 17 de outubro com atividades nas cinco regiões do Brasil

 

No dia 17 de outubro adolescentes e jovens em mais de 15 cidades brasileiras, nas cinco regiões do país, vão soltar a voz pela democratização da comunicação no DIA “C” – Dia da Juventude Comunicativa. A ideia, encabeçada pela Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicador@s – RENAJOC, é chamar a atenção para a necessidade de mudanças no atual Código Brasileiro de Telecomunicações, que em agosto completou 50 anos carregando consigo um histórico de concentração dos meios de comunicação nas mãos de pouquíssimos grupos privados, que juntos comandam mais de 600 meios de comunicação no país.

A RENAJOC entende que esse domínio dos meios de comunição por grupos privados comandados por famílias ricas e poderosas ferem a liberdade de expressão e especialmente o acesso de adolescentes e jovens à informação e à participação na produção da comunicação no país. Por isso, além de usarem o DIA “C” para falar desse assunto nas redes sociais, com hasdhtag #pelodiretoàcomunicação, os integrantes da RENAJOC vão realizar oficinas e intervenções urbanas nas suas cidades.

Em Fortaleza, por exemplo, com o apoio da organização Catavento, jovens vão ocupar uma praça pública fazendo talkshows e dando oficinas de rádio com a temática “democratização da comunicação”. Já em Natal e em Brasília, coletivos jovens vão organizar Conferências Livres sobre Direito à Comunicação e criar propostas de políticas que contemplem a participação da juventude na produção das informações. Na cidade de São Mateus, no Espírito Santo, a praça da cidade vai ser tomada por oficinas de fanzine, jornal mural, desenho, fotografia e intervenções de grafite. Em São Paulo e Rio de Janeiro, adolescentes e jovens vão promover intervenções urbanas por ruas movimentadas das capitais.

Esses são apenas alguns exemplos das ações, que serão relatadas ao longo do dia 17 no blog da RENAJOC – renajoc.org.br – e nas redes sociais da Rede e de seus parceiros. O DIA “C” conta com o apoio da ONG Viração Educomunicação, do Fundo das Nações Unidas para a Infância – UNICEF, a Fundação Friedrich Ebert Stiftung – FES e a Fundação Luterana de Diaconia.

 

#paraexpressaraliberdade

Após o DIA “C”, os adolescentes e jovens da RENAJOC continuam suas mensagens junto com a campanha “Para expressar a liberdade – uma nova lei para um novo tempo”. Organizada por dezenas de entidades civis que atuam na área de comunicação e liberdade de expressão, a campanha propõe cobrar uma nova legislação brasileira para a comunicação, contemplando a participação da sociedade e a diversidade de grupos que atuam na produção dos conteúdos.

Ao longo do dia a campanha vai realizar um twitaço com a hashtag #paraexpressaraliberdadee algumas ações vão acontecer pelo país, dando continuidade à mensagem do DIA “C”, cobrando a democratização dos meios de comunicação e a liberdade de expressão. Mais informações no site: www.paraexpressaraliberdade.org.br

 

Confira a agenda do DIA “C” pelo Brasil: http://issuu.com/renajoc/docs/agenda_dia_c

 

Contato RENAJOC

Evelyn Araripe – São Paulo/SP

evelyn@viracao.org

(11) 3567-8687

 

Alex Pamplona – Belém/PA

pamplonaalex@gmail.com

(91) 8399-0777

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Do site http://www.acaoeducativa.org

Evento vai de 27 a 30 de agosto e pretende discutir aspectos da arte e da cultura produzidas nas periferias

No “universo da cultura, o centro está em toda parte”. Com base nesta ideia, formulada pelo jurista Miguel Reale na década de 1970, organizações públicas e privadas e movimentos culturais promoverão, entre os 21 a 30 de agosto, em São Paulo, a segunda edição do seminário e mostra cultural Estéticas das Periferias – Arte e cultura nas bordas da Metrópole.

O objetivo do evento é exibir e discutir a cultura feita nas periferias, com foco na produção artística, sua qualidade e originalidade e não apenas os aspectos sociais a ela relacionados. “Pretendemos aprofundar a reflexão estética, pensando a periferia para além das fronteiras geográficas, explicitando a diversidade de periferias, colocando-as no centro do debate”, afirma Eleilson Leite, coordenador do projeto e da área de Cultura da Ação Educativa.

O seminário acontecerá entre os dias 27 e 30 de agosto, com quatro sessões temáticas, cada uma com duas mesas de debate, precedidas de apresentação de trabalhos acadêmicos (veja abaixo a programação completa). Todas as mesas têm uma composição básica: dois artistas, um programador e um acadêmico.  Ao todo, 32 debatedores participarão das oito mesas.

As sessões serão itinerantes, porque o centro está em toda parte. A abertura será no Polo Cultural de Heliópolis e terá como tema “O lugar de se fazer arte: a rua como território e espaço de convivência”. O seminário segue, no dia seguinte, para o SESC Santo Amaro, onde serão debatidos circuitos culturais e redes da periferia. Na quarta-feira, dia 29, o debate acontecerá no Centro Cultural São Paulo (CCSP) e tratará de políticas culturais. No dia 30, o debate será sobre cultura digital, no SESC Belenzinho.

A curadoria da mostra e do seminário é coletiva, delas participaram mais de 50 pessoas, entre artistas, programadores e acadêmicos. A professora Heloisa Buarque de Hollanda (UFRJ) acompanhou o grupo curatorial da mostra e o professor José Guilherme Magnani (Núcleo de Antropologia Urbana – USP) atuou no grupo que concebeu o seminário.

Inscrições

O seminário é voltado para artistas, produtores, programadores culturais, gestores públicos e demais interessados no tema. Serão oferecidas 250 vagas por dia. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site do Estéticas das Periferias. Lá também é possível conferir a programação completa da mostra, que terá mais de 100 atividades em 30 equipamentos culturais de São Paulo. A abertura terá show inédito de Criolo, Kiko Dinucci e Rodrigo Campos e o encerramento será uma grande roda de samba no Auditório do Ibirapuera.

Programação

DIA 27

Tema: O lugar de se fazer arte: a rua como território e espaço de convivência
Local: Centro de Convivência Educativa e Cultural – Polo Cultural de Heliópolis
Endereço: Estradas das Lágrimas, 2385, Heliópolis, fone (11) 2083-2203
Programação:
14h – Apresentação de trabalhos acadêmicos
15h – Mesa 1: Arquitetura e transformação do espaço – arte, convivência e lazer
Debatedores: Will Damas (Grupo de Teatro Clariô)
Adriano Mauriz (Grupo Teatral Pombas Urbanas)
Ruy Ohtake (Arquiteto)
Ricardo Resende (Centro Cultural São Paulo )
17h30 – Mesa 2: Estética, corpo e ancestralidade – a periferia e suas subjetividades
Debatedores: Roberta Estrela Dalva (ZAP – Zona Autônoma da Palavra)
Priscila Preta (Capulanas Cia de Arte Negra)
Luciane Ramos Silva (UNICAMP)
Marcus Faustini (Autor do livro Guia Afetivo da Periferia e Coordenador da Agência de Redes para Juventudes)

DIA 28

Tema: Circuitos Culturais e Redes
Local: SESC – Unidade Santo Amaro
Endereço: Rua Amador Bueno, 505, telefone: (11) 5541-4000
Programação:
14h – Apresentação de trabalhos acadêmicos
15h – Mesa 1: Circuitos e trajetos: o marginal no centro e na periferia
Debatedores: Eliezer Muniz (Canal Motoboy)
Rafael Calazans (Associação Aprofunk)
José Guilherme Magnani (NAU – USP)
Leandro Benetti (CCJ – Ruth Cardoso)
17h30: Mesa 2: Redes e Movimentos Culturais Policêntricos
Debatedores: Rafael Mesquita (Agência Solano Trindade)
Liliane Braga (Rede Kult Afro)
Ana Paula do Val (EACH – USP)
Maurício Del Nero (SESC)
19h30 – lançamento do catálogo Santo Amaro em Rede: culturas de convivência

DIA 29

Tema: Política cultural para além dos editais
Local: Centro Cultural São Paulo
Endereço: Rua Vergueiro, 1000, fone: (11) 3397-4002
Programação:
14h – Apresentação de trabalhos acadêmicos
15h – Mesa 1: Manifestos: a política cultural no olhar dos grupos periféricos
Debatedores: Ângela Garcia e Garcia e Leandro Hoehne (Rede Livre Leste)
Peu Pereira (Coletivo Arte na Periferia)
Livia de Tomasi (UFF/RJ)
Gil Marçal (Programa VAI – SMC)
17h30 – Mesa 2: Políticas de fomento, difusão, produção e sustentabilidade
Debatedores: Tiely Queen (Hip Hop Mulher)
Gabriel Fedel (Coletivo Fora a do Eixo)
Edson Natale (Itaú Cultural)
Luciana Lima (EACH – USP)

DIA 30

Tema: Cultura Digital
Local: SESC – Unidade Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino 1000, fone (11) 2076-9700
Programação:
14h – Apresentação de trabalhos acadêmicos
15h – Mesa 1: Arte digital: no universo virtual, o centro está em toda parte
Debatedores: Heloisa Buarque de Hollanda (UFRJ)
Pixel (Memelab)
Mateus Subverso (Edições Toró)
Cassio Quitério (SESC)
17h30 – Mesa 2: Tecnologia digital e a dissolução de fronteiras ente periferia e centro
Debatedores: Anderson Castilho “Montanha” (Funk TV)
Reginaldo Gonçalves (Rádio Heliópolis)
Pablo Ortellado (EACH – USP)
Tatiana Ivanovici (Site Do lado de Cá)

Seminário Estéticas das Periferias
Quando: de 27 a 30 de agosto
Horário: das 14h às 18h
Locais: Pólo Cultura de Heliópolis (dia 27), SESC Santo Amaro (dia 28), Centro Cultural São Paulo (dia 29) e SESC Belenzinho (30)
Inscrições: até 21 de agosto, em www.esteticasdasperiferias.org.br

Leia também:

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Acontecerá hoje, na Zona Leste, a primeira de cinco audiências regionais que o Conselho Municipal de Juventude (CMJ) realizará com os jovens de São Paulo para definir um conjunto de metas que serão levadas aos candidatos a prefeito. A ideia é, em cada encontro, ouvir o que a juventude propõe para a cidade, construindo até 3 propostas para os seguintes temas:

1. Educação e Novas Tecnologias      2. Cultura       3. Esportes     4. Direitos Humanos

5. Qualidade de Vida e Saúde    6. Direito a Cidade      7. Trabalho      8. Cultura de Paz

9. Participação Política       10. Livre

O evento de hoje ocorrerá às 19 horas, na Paroquia São Francisco de Assis. Conheça as datas dos próximos:

  • 19/07 na região do Centro, 9 horas, na Escola Caetano de Campos, praça Roosevelt.
  • 26/07 na região Norte, 14 horas, no CJ Helena P. Albuquerque (Rua Filhos da Terra, 944 – Vila Paulistana).
  • 27/07 na Sul, 19 horas, na Unisa Santo Amaro.
  • 31/07 na Oeste, (sem horário definido), no Anchietanum, Vila Madalena.

No entanto é possível contribuir de outras maneiras. Até dia 31 poderão ser também enviadas propostas por internet neste endereço ou por meio de encontros livres, reunindo um grupo e transmitindo as contribuições no mesmo link.

O conjunto de propostas serão sistematizadas, resultando em um documento que será entregue dia 10 de agosto aos candidatos a prefeito. O Encontro do Plano de Metas da Juventude – também organizado pelo CMJ com apoio do GT de Juventude – ocorrerá com na UNIP Vergueiro a partir de 19 horas.

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